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TEMAS E ATUALIDADES

domingo, julho 25, 2004

JOGO SOFRIDO 

Assisti o jogo Brasil e Argentina. De um lado os argentinos e do outro os brasileiros e amigos (da Franca, EUA, Africa do Sul, Israel,Espanha...), que eu havia chamado a partida.
Cada minuto era um sofrimento e no final eles haviam marcado 2 X1. Rindo e tirando um sarro com a nossa cara, mas quando marcamos o segundo... todos que estavam pelo Brasil pularam e comemoraram.
Nos penaltis foi vitoria nossa e os caras sairam voando.
Lembro-me de haver recebido torpedos no celular quando a Argentina havia marcado o primeiro. Adorei ver a nossa vitoria.
Boa Noite!

ENTENDA POR QUE ISRAEL PRECISA DE UM MURO CONTRA OS PALESTINOS 

O Estado "jamais sacrificará vidas judaicas no altar espúrio da justiça internacional" Benjamin Netanyahu*Em Jerusalém
Embora a conclusão, na semana passada, por parte da Corte Internacional de Justiça da ONU, de que a barreira erigida por Israel na Cisjordânia é ilegal, possa ser comemorada pelos terroristas que gostariam de matar civis israelenses, o episódio não modifica o fato de que nenhum dos argumentos contrários ao muro de segurança possui qualquer mérito.
 
Primeiro, Israel não está construindo o muro em território que segundo a lei internacional possa ser apropriadamente chamado de "terra palestina". O muro está sendo construído em territórios disputados que Israel conquistou em uma guerra defensiva em 1967; territórios sujeitos a uma ocupação jordaniana que nunca foi reconhecida pela comunidade internacional.
 
Tanto Israel quanto os palestinos reivindicam a posse dessa terra. Segundo a Resolução 242 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, essa disputa precisa ser resolvida por uma paz negociada que proporcione a Israel segurança e fronteiras reconhecidas.
 
Segundo, o muro não é uma fronteira política permanente, mas uma barreira de segurança temporária. Um muro sempre pode ser retirado. Recentemente, Israel removeu 19 quilômetros de muro para facilitar o dia-a-dia dos palestinos. E, no mês passado, a Suprema Corte de Israel ordenou ao governo que transferisse a localização de outros 32 quilômetros pelo mesmo motivo.
 
Na verdade, a linha indefensável sobre a qual muita gente argumentou que o muro deveria ser construído - aquela que existia entre Israel e as terras árabes antes da guerra de 1967 - é a única que nada tem a ver com segurança e sim com política.
 
Uma linha que seja genuinamente baseada na segurança incluiria o maior número possível de judeus e o menor de palestinos dentro da área delimitada pelo muro. E é exatamente isso o que faz o muro de segurança de Israel. Ao passar por menos de 12% da Cisjordânia, o muro incluirá cerca de 80% dos judeus e somente 1% dos palestinos que vivem nos territórios disputados. Assim, o muro bloqueará as tentativas por parte de terroristas radicados em cidades palestinas de alcançarem os grandes centros populacionais israelenses.
 
Terceiro, apesar daquilo que alguns argumentaram, os muros mostraram ser instrumentos altamente eficientes contra o terrorismo. Das centenas de ataques suicidas a bomba que ocorreram em Israel, somente um partiu da área de Gaza, onde fica a sede do Hamas e da Jihad Islâmica.
 
Por quê? Porque Gaza está rodeada por um muro de segurança.
 
Ainda que não esteja pronto, o muro de segurança da Cisjordânia já reduziu drasticamente o número de ataques suicidas.
 
O obstáculo à paz não é o muro, mas os líderes palestinos que, ao contrário de lideranças do passado, como Anuar Sadat do Egito e o rei Hussein, da Jordânia, ainda não abandonaram o terrorismo e a meta ilegítima de destruir Israel.
 
Caso um acordo entre Israel e uma futura liderança palestina comprometida com a paz exija ajustes no muro, essas modificações serão feitas. E se a paz se mostrar genuína e duradoura, não haverá mais razão para a existência de um muro.
 
Ao invés de julgar os terroristas palestinos e aqueles que os enviam ao território israelense, a corte internacional patrocinada pela ONU colocou o Estado judeu no banco dos réus, acusando Israel de prejudicar a qualidade de vida dos palestinos. Mas salvar vidas é mais importante do que preservar qualidade de vida. Qualidade de vida é algo sempre possível de se melhorar. Já a morte é permanente.
 
Os palestinos reclamam de que os seus filhos chegam atrasados à escola devido ao muro. Mas muitas das nossas crianças jamais chegam à escola - elas são explodidas em pedaços por terroristas que entram em Israel por locais onde ainda não existe um muro.
 
Nos últimos quatro anos, terroristas palestinos atacaram ônibus, cafés, discotecas e pizzarias israelenses, matando mil dos nossos cidadãos. Apesar dessa selvageria sem precedentes, o relatório de 60 páginas da corte só menciona o terrorismo duas vezes, e somente ao citar a posição de Israel com relação ao muro.
 
Devido ao fato de a decisão da corte zombar do direito de Israel à autodefesa, o governo israelense vai ignorá-la. Israel jamais sacrificará vidas judaicas no altar espúrio da "justiça internacional".
 
*Benjamin Netanyahu é ministro das Finanças de Israel e ex-premier do país.

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